quarta-feira, 20 de abril de 2011

No íntimo





"Desculpe-me amor, mas perdi a minha voz, minha alma, o meu ser.
De tanto a falar, não há nada a escrever...
O meu silêncio é o melhor a oferecer"


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Palavras mudas mancham o vazio,
Lágrimas de tinta evaporam-se na mente,
Mãos que dançam imóveis..

Enquanto vozes formam frases,
O pedaço de papel permanece só,
Branco... Pálido.

E, assim, conforme o tempo passa,
Sem se importar com os vultos ao redor,
O sentimento se desfaz;
A maré recua;
O coração sangra.


Imagem: Autor Desconhecido
Texto: Giulia Perotti

4 comentários:

fgiucich disse...

Ese corazón que sangra, muy pronto volverá a amar. Bello poema. Abrazos.

Claudia Perotti disse...

O coração sangra para mostrar que sente as coisas e que nunca está alheio a nada.

Amo vc!

Anônimo disse...

http://www.youtube.com/watch?v=SUyYGbqGyZ0

ACADEMIA MACHADENSE DE LETRAS disse...

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